O fazedor de velhos, de Rodrigo Lacerda, tem um nome duro, chato, que não combina com o livro, que é bonito e bem escrito. A história é a do Pedro, um estudante em crise vocacional que conhece o “fazedor de velhos”, um professor aposentado que dá uma orientada na sua vida; e, em paralelo, Pedro se dá bem com Mayumi, uma japonesa simpática, afilhada do professor, pela qual ele se apaixona. Não é a literatura mais sofisticada, mas não pretende ser, e tem um bom-senso no livro, nas orientações do professor, que é sempre bom relembrar.
